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include - coluna da direita - turismo e lazer
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Santuário
Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida
- Basílica Nova |
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Com
planta elaborada pelo arquiteto Benedito Calixto de Jesus Neto,
aprovada pela Santa Sé, teve suas obras iniciadas no ano
de 1946.
Concluída por Dom Carlos de Vasconcelos Mota, 1o. Arcebispo
de Aparecida, teve um quinto mandato entregue ao povo em 1967,
com Rosa de Ouro mandada pelo Papa Paulo Vl, para ornamentar o
Santuário.
Desde 1926, o povo e os missionários Redentoristas desejavam
uma igreja maior, pois nos dias de festa não havia condições
de trabalho e conforto na igreja. Entretanto, Dom Duarte Leopoldo
e Silva, Arcebispo de São Paulo, que construía a
catedral e o Seminário Maior do Ipiranga e precisava do
salto do cofre do Santuário, não se interessou em
construir uma nova igreja em Aparecida. Somente seu sucessor,
e grande devoto de Nossa Senhora Aparecida, Dom José Gaspar
de Afonseca e Silva, comprometeu-se em 1939, e prometeu construí-la.
Sua morte prematura, em acidente de avião no ano de 1943,
interrompeu planos e trabalhos. Novamente, a instâncias
dos Redentoristas e dos peregrinos, Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos
Motta, novo Arcebispo de São Paulo (1944-1964), retomou
o projeto de Dom José e deu, ainda que demorados (1945-1955),
os passos necessários para a construção,
lançando a primeira pedra a 10 de setembro de 1946.
Entre 1952 e 1954 foi canalizado o córrego da Ponte Alta
e nivelado o Morro das Pitas. A 08 de Setembro de 1954 foi lançada
nova pedra fundamental, pois a primeira tinha sido violada e roubada.
Em julho de 1955, o Sr. Cardeal Motta indica e recebe como bispo
auxiliar o Pe. Antônio Ferreira de Macedo, Redentorista,
que pôs os pés no chão e mãos à
obra, dando início efetivo à construção
no dia 11 de novembro daquele mesmo ano de 1955, com a concretagem
das colunas da ala ou nave norte. Dom Macedo construiu a nave
norte, torre e parte da cúpula, dando prosseguimento à
construção da cúpula e naves sul, leste e
oeste, com as respectivas capelas laterais, o também Redentorista
Pe. Noé Sotilo.
A imagem de Nossa Senhora Aparecida está em um nicho de
mármore e ouro, dominando o Altar-Mor. |
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Igreja
de São Benedito |
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Inaugurada
em 1924, a igreja, de proporções modestas,
apresenta alguns rudimentos do gótico, encimada
por uma única torre – campanário.
O destaque está nas figuras dos anjos que enfeitam
a porta de entrada e os beirais da igreja. Trata-se de
uma obra do Mestre Escultor Chico Santeiro.
Apesar de pequena, a igreja transforma-se na festa de
seu Padroeiro, no maior centro de manifestações
religiosas e folclóricas de Vale do Paraíba,
Sul de Minas, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira.
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Para
a cidade acorrem peregrinos e devotos de São Benedito,
dos mais longínquos rincões dos Estados Brasileiros.
Nascido em 1524, na região de Palermo, na Itália,
é filho de descendente de escravos etíopes.
Benedito, cujo nome significa "Bendito", ou "Abençoado",
herdou a profissão dos pais, lavradores e pastores de ovelhas.
Mas a sua fé cristã inabalável de dedicação
aos pobres, fez dele um dos santos mais queridos e venerados do
Brasil. |
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Igreja
do Senhor do Bonfim |
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Construída
no século passado, a Igreja do Senhor do Bonfim é
a última edificação do que antes era
o povoado do Bairro do Bonfim, no período áureo
do café. O declínio da lavoura cafeeira contribuiu
para o êxodo dos colonos desse bairro para a cidade.
O local é muito visitado, por apresentar ainda a
singeleza do campo, pela cachoeira existente e por ocasião
da Festa do Bonfim, geralmente no mês de agosto, guarda
ainda, no seu conjunto imponente, isolado no meio da paisagem,
as lembranças da faustosa vida dos senhores do café. |
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Passarela |
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Havia
a preocupação de que a construção
da igreja nova fora do então centro religioso,
hoteleiro e comercial da cidade, isolaria todo esse centro
religioso e seria a causa de mortal estagnação
para todo ele. Engenho humano e técnica, porém,
se juntaram e imaginou-se a construção de
uma grande ponte unindo os dois morros: o dos Coqueiros,
onde se encontra a Basílica Velha e o das Pitas,
com a Igreja Nova.
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Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, valendo-se mais uma
vez do alto prestígio que sempre gozou entre nossas autoridades
governamentais, conseguiu esse presente do Governo Federal: a
construção da ponte, iniciada em fins de 1970, foi
inaugurada em 1972.
No curto espaço de tempo de 1972 até agora alguns
milhões de pessoas já transitaram por ela. Aos domingos
ela oferece uma festa para os olhos: a certas horas do dia contam-se
aos milhares os romeiros que se cruzam nela, parando aqui e ali
para admirar a vista que ela oferece.
1973 foi o Ano Marial. No programa elaborado para as diversas
romarias que se organizam para todo o ano, constava sempre uma
procissão através da grande ponte.
Daí para cá lhe deram o gracioso nome de "PASSARELA
DA FÉ".
Com o formato de "S", em homenagem a Santa. Seu comprimento
total é de 389 metros e a largura é de 5,85 metros.
É um excelente ponto de atração, pois, de
parte mais alta, descortina-se bela visão panorâmica.
No dia 01 de janeiro de 1972, pela primeira vez a verdadeira imagem
de Nossa Senhora Aparecida percorreu solenemente a "PASSARELA
DA FÉ", que une as duas Basílicas de Aparecida. |
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Porto
Itaguaçú |
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Local
onde foi encontrada a imagem de Nossa Senhora da Conceição
Aparecida e, por isso, apresenta grande freqüência.
O lugar, pertence à Arquidiocese, apresenta infra-estrutura
para a recepção de turistas, possuindo um
marco esculpido pelo artista popular CHICO SANTEIRO, algumas
barracas e passeio de barco pelo Rio Paraíba. |
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Porto
Itaguaçú – Em Tupi-Guarani, significa: Pedra
da Água Grande. Antigo Bairro das Pedras é o local
onde, na curva do Rio Paraíba, foi encontrada a imagem
barroca da Imaculada Conceição.
Local de grande peregrinação, para o qual centenas
de romeiros afluem a fim de conhecer a história de onde
tudo começou. Inteiramente remodelado pela arquidiocese,
apresenta infra-estrutura condizente com o fluxo de visitantes.
As figuras dos três pescadores, em cimento pintado, foram
esculpidas pelo artista plástico Chico Santeiro. |
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Basílica
Velha |
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A
primitiva Capela de Nossa Senhora da Conceição
Aparecida, construída pelo Padre José Alves
Vilela, em 1745, passou por duas reformas, a primeira
entre 1760 e 1780, quando recebeu nova fachada com duas
torres, e a segunda entre 1824 e 1834.
Passados dez anos da última reforma, uma das torres
não oferecia segurança. A mesa administrativa,
que cuidava dos bens da Capela, pediu em julho de 1844,
ao mestre pedreiro José Mello Costa que verificasse
seu estado. Constatado o perigo, a Mesa decidiu, na seção
de 26 de setembro deste mesmo ano, demolir a torre e construir
outra, para o que foi autorizado pelo Juiz Provedor.
Os trabalhos foram iniciados em novembro com a ativação
da pedreira Cachoeira, situada no caminho que demandava
a Cunha. O transporte das pedras foi iniciado em janeiro
de 1845, pelo Padre Antônio Francisco de Oliveira,
que possuía carros de bois |
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e escravos para esse serviço. Como era difícil para
os carros subirem a "Rua da Calçada", atual Rua
Monte Carmelo, a Mesa decidiu, em fevereiro do mesmo ano, abrir
outro caminho por trás do morro da Capela, para facilitar
o transporte.
De início pensava-se em demolir a torre que oferecia perigo,
mas depois se decidiu pela demolição das duas torres
e, posteriormente, a construção de uma nova fachada
e de duas novas torres. A mudança nos planos ocorreu porque
havia desejo de se construir uma igreja mais bela e mais condigna
para abrigar a imagem da Senhora Aparecida. A riqueza que o ciclo
do café estava trazendo ao Vale do Paraíba fazia
aumentar o fluxo de peregrinos.
A mudança de planos trouxe certo atraso no início
das obras, mas em maio de 1845 as atas já falavam na construção
de uma das torres. De fato, o portal da primeira torre, a da direita,
traz esculpida a data de 1846. Nesta altura dos acontecimentos,
já estava autorizada a construção de toda
a fachada com duas torres. À torre da esquerda traz em
seu portal a data de 1848. As duas torres da "BASÍLICA
VELHA" são encimadas por um conjunto onde se pode
ver uma esfera, uma cruz e um galo. O conjunto é obra do
artista João Júlio Gustavo, que em 15 de setembro
de 1859 recebeu o pagamento pela sua confecção e
colocação no topo da primeira torre, que ficou pronta
neste mesmo ano.
Em fevereiro de 1862, a Mesa decide carrear as pedras necessárias
para a construção da segunda torre e "depois
das chuvas fazer o engenho para fazer subir as mesmas e concluir
a torre". O seu término, porém, se deu somente
em fins de janeiro de 1864.
Finalmente, depois de 19 anos, a Capela ostentava sua artística
e vistosa fachada com suas duas torres. As mesmas torres que,
no dizer do Redentorista Pe. José Wendel detinham os romeiros,
quando ainda longe avistavam, para um instante de preces e de
alegria. E apeando-se de seus cavalos, ajoelhavam-se no chão,
agradecendo a Deus e cantando hinos à Senhora Aparecida.
De estilo Barroco, foi tombada como monumento de interesse histórico-religioso
e arquitetônico, pela resolução nº II
de 18 de abril de 1982. O som de seus carrilhões emociona
devotos e turistas sempre as 12 e 18 horas.
O altar-môr e o retábulo foram esculpidos em mármore
de Carrara, na Itália. As figuras, também em mármore
que encimam o altar, representam as virtudes. Os púlpitos
e as talhas ornamentadas foram esculpidos em bom cedro da Bahia,
encomendados por Frei Monte Carmelo, bem como as seis imagens
que se acham nos nichos da nave central.
Possui um órgão de tubos, alemão, de excelente
sonoridade. As tribunas laterais da nave serão, em breve
transformadas em museu de arte sacra.
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Mirante
das Pedras |
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Um
belo e aprazível recanto, de pedras afloradas, no
caminho do Porto Itaguaçú, possibilitando
a contemplação da várzea onde corre
o Rio Paraíba e da Serra da Mantiqueira, moldurando
a paisagem. O local tem como atração principal
a imagem de NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA,
medindo 1,80 metros de altura, possibilitando ao devoto
tirar fotografias ao lado da SANTA |
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Igreja
de São Geraldo |
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Este
local ficou na memória do povo, foi sempre lembrado
e visitado. Lá foi construído o primeiro oratório
e sempre existiu uma capelinha. Em 1926, foi construída
a Capela de São Geraldo em forma de cruz com três
pequenas absides, com o nome de um dos pescadores em cada
uma delas. Em 1967, foi montado o monumento da Pesca Milagrosa,
obra do artista aparecidense Chico Santeiro, moldada em
cimento. Hoje é muito visitado pelos peregrinos.
Neste local a imagem da Virgem Aparecida ficou durante muitos
anos. |
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Memorial
dos Missionários Redentoristas |
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Foi
inaugurado a 10 de outubro de 1998. Está situado
no pátio interno do antigo Convento (1912) dos
Padres Redentoristas, na praça da Basílica
Velha.
O Memorial consta de uma pequena capela, de estilo gótico,
construída em 1926, contendo no piso superior o
túmulo do Padre Vítor Coelho, cujo processo
de beatificação foi introduzido a 12 de
outubro de 1998; e na cripta 103 urnas com os restos mortais
dos padres e irmãos redentoristas falecidos desde
1898; o Museu de Santo Afonso, que ocupa o primitivo Chalé,
onde foi instalado, a 3 de outubro de 1898, o Seminário
Redentorista de Santo Afonso; a Capela do Memorial, o
Orquidário do Padre Vítor, que contem orquídeas
plantadas por ele; jardins e corredores com quadros e
telas artísticas. O Museu contem grande acervo
da história redentorista: objetos sacros, livros,
quadros e pertences dos antigos padres alemães
e brasi- |
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leiros;imagens esculpidas pelo Irmão Redentorista Bento;
um óleo sobre tela com o título da Assunção
de Nossa Senhora, um medalhão de Nossa Senhora do Bom Conselho,
em madeira, de 1735; imagens em madeira e terracota do século
XVIII e XIX. A última sala, em homenagem ao Padre Vítor,
ficam expostos objetos de uso pessoal do Servo de Deus, Pe. Vítor
Coelho.
A principal atração do Memorial Redentorista é
o túmulo do Pe. Vítor Coelho, em razão de
sua fama da santidade e do grande número de graças
alcançadas por sua intercessão. O ambiente é
de muita tranqüilidade e paz. Induz o visitante à
oração e à contemplação, favorecidas
pela música ambiente gregoriana. Após um ano de
sua abertura, o Memorial já foi visitado por 80.000 pessoas.
Vindo a Aparecida, não deixe de visitar o Memorial Redentorista.
Vale a pena conhecer este local de cultura e devoção. |
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Fonte: http://www.citybrazil.com.br/sp/aparecida/turismo.htm |
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