Estudos
OS FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA INDUSTRIALIZAÇÃO DO VALE DO PARAÍBA
  
   


Região tradicionalmente agrícola, o Vale do paraíba sofreu transformação nas últimas duas décadas, em virtude da construção da Rodovia Presidente Dutra e da inauguração da Usina Siderúrgica de Volta Redonda, tornando-se uma das mais importantes áreas industriais do Brasil. Tudo indica que nos próximos vinte anos, o Vale do Paraíba será uma região essencialmente industrial, unindo as duas grandes metrópoles brasileiras e fazendo da rodovia Dutra uma grande avenida, margeada de indústrias, móteis, vilas operárias, postos de gasolina e restaurantes. A imagem tradicional do vale tende a desaparecer, a pecuária tem os seus dias contados e a agricultura sobreviverá em função do arroz e do trigo, cultivados nas férteis várzeas do rio Paraíba.
Diante destas perspectivas, cremos ser oportuno fazer uma análise dos fundamentos históricos da industrialização do Vale do Paraíba, buscando nas suas raízes históricas uma explicação para a transição a que ora estamos assistindo, transição essa que transforma o Vale numa das áreas prioritárias do desenvolvimento brasileiro.

1. - A economia de subsistência
Nos primórdios do seu povoamento, o Vale do paraíba passou por um longo período da economia de subsistência.
As causas fundamentais baseavam-se na posição geográfica que o Vale do Paraíba ocupava em relação às demais regiões, mineradoras no centro e criadoras no sul, bem como na política econômica que Portugal mantinha em relação ao Brasil. Geograficamente, São Paulo era uma região de passagem entre as altas serras mineiras e os campos de criação ao sul, constituindo-se num polo de comunicação e articulação entre o planalto e o litoral. O Vale do Paraíba era uma das passagens obrigatórias para os que demandavam os "sertões das Gerais" e os portos do Litoral (Paraty e Ubatuba). Zona de passagem, não conseguia atingir uma expressão econômica significativa, pois sua atividade básica era constituída pelo apresamento do índio, busca do ouro e comércio de gado vindo do sul. Entregue a atividades econômicas Ligadas à economia de outras regiões, o Vale do Paraíba se viu forçado a desenvolver uma economia de subsist6encia, como única forma possível de sobrevivência.
Processou-se assim, desde os primeiros tempos do desbravamento, um tipo diferente de povoamento, documentado pelas Cartas de Datas de Terras, cujos pedidos de obtenção vêm sempre acompanhados por uma justificativa ou compromisso (1).
Nos primeiros anos do povoamento, a exploração das terras consistia em pequenas roças de mantimentos, na construção de engenhocas para o fabrico da farinha, do melado, do açúcar e da aguardente, e na criação de porcos e galinhas. Os escravos eram raros, e a subsistência da família era mantida pelo trabalho dos próprios membros. A produção principal era o milho, o feijão, o arroz, o amendoim, o fumo. O algodão era cultivado para o fabrico de tecidos grosseiros. No testamento de Luzia Leme de Alvarenga, falecida na Vila de Santo Antônio de Guaratinguetá, em 1690, encontramos:

"... Declaro mais que em poder da mulher de Pedro Correa ficou fio para me mandar tecer uma peça de pano. Declaro mais que tenho em minha casa uma menina branca por nome Anna peço a meus filhos olhem por ella e de um pouco de panno que se está tecendo no tear mando se lhe deêm seis varas. Declaro mais que tenho uma bastarda por nome Luzia peço a meus herdeiros lhe dêm bom trato e mando se lhe dêm duas varas de panno…" (2).

A falta de caminhos e de meios de transporte impedia a mobilidade e o contato entre os vários núcleos de povoadores e o exterior: o temor do sertão fazia com que as populações se aglomerassem nos domínios das antigas sesmarias, vivendo completamente isoladas e sem meios de comerciar e aumentar a sua produtividade. O comércio era medíocre e rudimentar, constituindo-se no de "beira de caminho". A falta de braços obrigava as famílias possuidoras de grandes sesmarias a explorarem e cultivarem pequenas glebas de terras, que mal davam para satisfazer o consumo interno. Assim, durante século e meio, a população valeparaibana prendeu-se a uma economia de subsistência, sem nenhuma possibilidade de aumentar a produção e, consequentemente, sem meios de manter um comércio exterior com São Paulo, Rio de Janeiro e outros núcleos.
"Esse mesmo isolamento, que levou ao desenvolvimento da economia de subsistência e facilitou a eclosão de alguns poucos aglomerados, impediu que neles pudesse haver qualquer possibilidade de uma estruturação sócio-econômica mais complexa, pela incipiência das trocas, a dificuldade de desenvolvimento do trabalho artífice, a nivelação criada por uma vida simples e primitiva" (3). .

2. - As casa de fundição
No princípio do século XVIII, a vila de Taubaté tornou-se o principal centro irradiador das bandeiras que atravessando as gargantas da Mantiqueira, desbravavam os sertões mineiros, descobriram as primeiras lavras, produziram os primeiros choques e levantaram os primeiros núcleos de povoamento na região das Gerais.

"Antes do povoamento do Vale do Paraíba em terras fluminenses e mineiras, já existiam, no trecho paulista valeparaibano, suas "casas de quintos de ouro": uma em Taubaté, local de passagem forçada dos bandeirantes e outra em Guaratinguetá, última vila que se escalava antes de atravessar a garganta do Embaú." (4).

A casa de Fundição de taubaté, instalada em 1965, arrecadou para os cofres reais, no período de 1696-1697, 14.080 oitavas de ouro, ou seja, mais de treze arrobas (5). .
Em sua obra "Pluto Brasiliensis", Eschewege, descreve o trabalho da fundição do ouro:

"O processo de fundição de ouro nas Casas aludinas é, em resumo, o seguinte: o fundidor, recebido o material, coloca-o em um cadinho do tamanho apropriado e, em seguida leva-o ao forno, cobrindo-o completamente de carvão vegetal muito bom. Manda assoprar lentamente até que o cadinho, coberto com uma tampa, se torne incandescente. Isso feito, faz soprar fragarosamente até ao conteúdo pequena porção de sublimado de mercúrio, que produz uma chama na superfície do puro líquido, rápida calcinação e volatização de ferro, cobre, antimônio e outros elementos estranhos, dando lugar a uma escória, que é retirada por meio de uma pinça. Adiciona-se o mercúrio até que a superfície do ouro não apresente nenhuma impureza. Quando completamente limpa e lustrosa, de cor esverdeada, como que transparente, o ouro é considerado purificado e retirado então do forno. Isto feito, é derramado em uma forma de ferro, banhada de gordura, onde fica a esfriar. É mergulhado em seguida na água, de onde é retirado e transformado em barras, a golpes de martelo, sobretudo nas pontas, até que se tornem um pouco achatadas..." (6). .

3. - As "fábricas de açúcar"
"PRIMEIRA COMPANHIA DE ORDENANÇAS"

"O ajudante Francisco das Xagas Guimarães tem sua Fábrica de assucar arrobas 120 possue esta Fábrica amais de dez annos - se prospera com adiantamento sem valor algum unicamente a 150$000 com discripção de duas fornalhas para as Taixas, sem preço algum de suas matérias primas, por serem produzidas no Districto; mão de obra por seus escravos remde annualmente 204$00rs. dispoem no Destricto tem hum carro com duas juntas de Bois" (7). .

"O capitam João de Meirelles Freira tem sua Fabrica de assucar e de Distilar Aguas ardentes. Barrizes 20 possue esta Fabrica amais de 20 annos; se prospera com adiantamento seu valor unicamente de 300$000 com discripção de duas Fornalhas, huma para Taixas e outra para olambique; sem preço algum de suas materias primas por serem produzidas no Destricto possue dois carros e quatro juntas de bois" (8). .


No último quartel do século XVIII com o esgotamento das minas, o êxodo das viajantes e aventureiros para outras áreas e a disponibilidade da mão de obra escrava, o Vale do Paraíba intensificou a cultura da cana de açúcar, com a construção de um grande número de engenhos. Em Guaratinguetá havia, em 1799, 83 engenhos produzindo 9 091 arrobas de açúcar; em Lorena 31 engenhos produzindo 2 962 arrobas; em Jacareí, 56 engenhos (9). .
Nesse período encontramos nas vilas alguns "oficiais mecânicos" e alguns artífices ligados à atividade artesanal e doméstica, a maioria não possuindo lojas. Eram constituídos por fiadores e tecelões, fabricantes de "panos grosseiros", manufaturando o algodão. Outros eram sapateiros, alfaiates, carpinteiros, oleiros, marceneiros e torneiros. Ao lado destes encontramos os ferreiros, seleiros, cangalheiros e balaieiros, diretamente ligados ao sistema do transporte do açúcar, ou seja, às tropas de burros (10). .

"Como se constata, os aglomerados de então reuniam grande número de pessoas ligadas a atividades rurais, com pequena representação de ofícios e serviços, correspondendo ao mínimo necessário para atender à sua população e às suas funções de pontos de paradas na circulação regional. Esse pequeno equipamento era, a um tempo, causa e efeito de economia de auto suficiência que reinava nas propriedades rurais: as "Casas-grandes" eram centros de produção e de consumo de todas as utilidades mais indispensáveis, pelo isolamento em que viviam e pelo pouco que os aglomerados urbanos tinham a oferecer-lhes..." (11).

4. - O café e os primórdios da industrialização
No século passado, o café penetrou o vale do Paraíba paulista acompanhando o "caminho novo". Modificou a paisagem geográfica do Vale, substituindo a cana de açúcar, ocupando os morros, desenvolvendo as vilas e cidades e sobretudo trazendo progresso econômico e social para toda a região valeparaibana. Com o ciclo do café, o afluxo de capitais ingleses, a construção da Estrada de Ferro Dom Pedro II, a navegação a vapor no rio Paraíba, o comércio intenso com o exterior, feito através dos portos de Angra dos Reis, Mambucaba, Parati, Ubatuba e São Sebastião, encontramos os primórdios de uma tentativa de industrialização em algumas áreas do Vale do Paraíba: em 1875, instalava-se em São Luiz do Paraitinga, uma fábrica de tecidos de lã e algodão; em Taubaté, surgia em 1883 a Companhia de Gás e Óleos Minerais; em Lorena, em 1884, inaugurava-se com grande pompa o Engenho Central de Lorena para a produção e exportação do açúcar; em Aparecida, o coronel Rodrigo Pires do Rio, no final do século, montava em sua fazenda, uma grande máquina para beneficiar café, exemplo seguido por outros fazendeiros da região.

"Com a decadência do café, o Vale do Paraíba, nas últimas décadas do século XIX, voltou à situação que já enfrentara em fins do século XVIII, de procurar novas formas de produção econômica. Nas áreas rurais, veio a substituição dos cafezais pelas oastagens, fenômeno generalizado, e, em uma ou outra área, procurou-se revalorizar a antiga cultura da cana de açúcar. Paralelamente, os núcleos urbanos, centros de áreas rurais, empobrecidas, descobriram, como ocorreu em todo o País, que havia uma nova possibilidade - a industrialização..." (12) .

As primeiras indústrias surgiram na região, ainda nas últimas décadas do século XIX, exatamente quando se colocou o problema da procura da nova atividade. Tratava-se, na realidade, do reflexo de um processo que se instalava no Brasil, mais especialmente no Estado se São Paulo, em consequência da cessação das medidas restritivas imposta durante o período colonial e como resultado da política protecionista que foi adotada no Império. No Vale do Paraíba, essa fase inicial da industrialização, que se manifestaria na década 1880 - 1890, consubstanciou-se no aparecimento dos primeiros estabelecimentos, que, em 1888, assim estariam representados:

"Produção de gás e óleos minerais - 1 - Taubaté.
Indústrias Têxteis - 2 - Pindamonhangaba e Jacareí.
Louças - 1 - Taubaté.
Beneficiamento de arroz - 2 - Pindamonhangaba.
Engenhos Centrais - 1 - Taubaté.
Destilaria de Álcool - 1 - Jacareí.
Cervejarias - 9 - sendo 6 em Taubaté, e as restantes em São José dos Campos, Pindamonhangaba, e Cachoeira Paulista... (13) .


Esse modesto conjunto, de 17 estabelecimentos, estava evidentemente muito preso ao aproveitamento de matérias-primas locais (xisto betuminoso), ao beneficiamento de produtos agrícolas (máquinas de arroz) ou à sua transformação (engenho e destilaria); as duas indústrias têxteis, desvinculadas de matérias primas locais ou de atendimento direto da população da área, prendem-se, no entanto, à tendência geral do período, que foi a de desenvolver esse tipo de manufatura. Essa fase inicial da industrialização, além de corresponder à ação de condicionamentos de ordem geral, refletiu, também, a atuação de fatores específicos à região. Assim, deve-se considerar que, com a decadência da cafeicultura, capitais dela oriundos teriam ficado disponíveis para outra forma de aplicação; que com a abolição da escravatura e pelo fato de a criação de gado exigir pequeno volume de trabalhadores rurais, refluiu para as cidades uma mão de obra em disponibilidade e de baixo preço; finalmente, que a euforia econômica criada pelo café fez com que se elevasse o nível de vida, criando novas possibilidades, cuja satisfação estaria, basicamente, no âmbito da produção industrial. Além disso, a situação geográfica da região, entre as duas primeiras cidades do país - Rio de janeiro e São Paulo - e as facilidades de comunicação, ampliadas com a construção da Estrada de Ferro Central do Brasil (antiga D. Pedro II), foram fatores decisivos do Vale do Paraíba que se faria em proporção crescente.

5. - O processo da industrialização
Baseando-se na data da fundação das indústrias hoje existentes, podemos concluir que o processo de industrialização do Vale do Paraíba, desenvolveu-se em três fases distintas: a primeira iniciada no final do século passado, terminando em 1914, caracterizou-se por uma lenta e tímida progressão; a segunda abrangendo o período de 1914 a 1943, caracterizou-se por uma grande ascensão, notadamente em Taubaté e Guaratinguetá; e a última iniciada com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra e com a construção da Usina Siderúrgica de Volta Redonda, caracteriza-se por um extraordinário desenvolvimento, notadamente nos municípios de São José dos Campos, Jacareí, Guaratinguetá, Cruzeiro e Caçapava. Na primeira fase predominaram as fábricas de produtos têxteis, alimentares e cerâmica; na segunda aparecem os estabelecimentos de transformação de produtos agro-pecuários, minerais não metálicos, madeiras, etc. Na última fase surge a indústria moderna, metalúrgica e mecânica. "Não resta dúvida de que a moderna industrialização do vale do Paraíba está intimamente ligada ao extraordinário crescimento do parque fabril da "Grande São Paulo" que, como um extravasamento se prolongou por essa região que lhe é tão próxima e acessível..." (14) .

"A industrialização ocorrida a partir de 50 resultou na modificação da mentalidade do homem do Vale do Paraíba, não em função dos valores intelectuais e das tradições culturais, mas da adaptação a um novo tipo de economia, porque a industrialização não se processou pelos métodos específicos do Vale, como aconteceu com o café, mas, por uma imposição geográfica, sócio econômica, independente dos interesses da região em si mesma. Essa mentalidade vem se modificando lentamente, auxiliada pelo elemento alienígena: de uma economia de estagnação, advinda da monocultura sedentária do café, o homem retorna a uma economia dinâmica, a da industrialização, mais condizente com suas tradições, desde a época da mineração, legadas pelo espírito empreendedor do bandeirante..." (15) .

6. - Conclusão
Desde o início de seu povoamento, o Vale do Paraíba cumpriu o seu papel histórico no processo do desenvolvimento econômico e social do Brasil - caminho das bandeiras, caminho do ouro, caminho do sal e das boiadas, caminho do açúcar, da aguardente, do fumo, do algodão e caminho do café, passou por todas as fases que assinalam a evolução da região paulista e do país. Com a queda do café, a estagnação das cidades, a indecisão entre a monocultura, a pecuária e a industrialização nascente, iniciou timidamente o seu novo caminho, para, a partir de 1950, entrar na fase decisiva do progresso, rompendo as fronteiras, as barreiras, os tabus e os entraves que o progresso industrial levantava diante de trezentos anos de mentalidade agrária. Hoje, o Vale do Paraíba, consciente do papel que lhe cabe no processo do desenvolvimento nacional, acelera o seu progresso pela construção de novas estradas, de usinas hidroelétricas, pelo aperfeiçoamento da mão de obra industrial e pela fundação de escolas técnicas de nível superior; e sem abrir mão das suas tradições históricas e culturais, rompe com o passado negativo e com a mentalidade estagnada e avança célere rumo ao futuro que se prenuncia grandioso, futuro que fará desta região o centro fundamental do desenvolvimento paulista e brasileiro!

Notas
(1) SESMARIAS .Departamentos do Arquivo do Estado. São Paulo. V.1, p. 32,42,66,109,117.
(2) INVENTÁRIOS E TESTAMENTOS. Departamento do Arquivo do Estado. São Paulo, V. 23, p. 7.
(3) MULLER, Nice Lecocq. O Fato Urbano na Bacia do Rio Paraíba - São Paulo. Rio de Janeiro. Fundação IBGE. 1969, p. 41, 42.
(4) REIS, Paulo Pereira dos. O caminho Novo da Freguesia da Piedade no Nordeste da Capitania de São Paulo. São Paulo. Conselho Estadual de Cultura, 1971, p. 32.
(5) MAGALHÃES, Basilio de. Documentos relativos ao Bandeirismo Paulista e Questões Conexas... São Paulo. Revista do IHGSP. V 28,1913, p. 472,473.
(6) ESCHEWEGE, W. L. de. Pluto Brasiliensis. São Paulo. Cia. Editora Nacional, vol. 1, p.260.
(7) MAPAS DE POPULAÇÃO. Departamento do Arquivo do Estado. São Paulo. Guaratinguetá. 1826, mss 55.
(8) MAPAS DE POPULAÇÃO, op. cit.
(9) DOCUMENTOS INTERESSANTES. Departamento do Arquivo do Estado. São Paulo V. 44, p. 243.
(10) MAPAS DE POPULAÇÃO, op. cit.
(11) MULLER, Nice Lecocq, Op. cit., p. 45.
(12) MULLER, Nice Lecocq. Op. cit., p. 80.
(13) MULLER, Nice Lecocq. Op. cit., p. 81.
(14) MULLER, Nice Lecocq. Op. cit., p. 83.
(15) GARCIA, Romeu. Progresso que surgiu com a indústria não foi planejado. In Jornal "O Estado de São Paulo". São Paulo, 28 de maio de 1972, p. 15.


BIBLIOGRAFIA
1. BATISTA, Caio Dias. Aspectos do Vale do Paraíba. São Paulo. Secretaria da Agricultura, Indústria e Comércio. 1941.
2. ESCHEWEGE, W. L. de. Pluto Brasiliensis. Trad. Domicio de Figueiredo Murta. São Paulo. Cia. Editora Nacional. 1941.
3. GARCIA, Romeu. Progresso que surgiu com a indústria não foi planejado. São Paulo. Jornal "O Estado de São Paulo". Ed. 29 de maio de 1972.
4. LIMA, Heiotr Ferreira. Formação Industrial do Brasil. Rio de janeiro. Ed. Fundo de Cultura. 1961.
5. MAGALHÃES, Basilio de. Documentos Relativos ao Bandeirismo Paulista. São Paulo. Revista do IHGSP. V. 28, 1913.
6. MULLER, Nice Lecocq. O fato Urbano na Bacia do Rio Paraíba - São Paulo, Rio de Janeiro. IBGE. 1969.
7. PASIN, José Luiz. Os ciclos Econômicos do Vale do Paraíba. Lorena, C.E.H. Gustavo Barroso, 1968.
8. PASIN, José Luiz. A Evolução Sócio - Econômica do Vale do Paraíba num período de trezentos anos. Lorena, SHVP. 1972.
9. REIS, Paulo Pereira dos. O Caminho Novo da Piedade no Nordeste da Capitania de São Paulo. São Paulo. Conselho Estadual de Cultura. 1971.


ARQUIVOS
1. Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo.
1.1 - Documentos Interessantes. V.44.
1.2 - Inventários e Testamentos. V. 23.
1.3 - Mapas de População. Guaratinguetá. 1826. mss. 55
1.4 - Sesmarias. V. 1.




[ volta ]


Copyright © 2000 - 2002 - Valedoparaiba.com
Este texto pode ser reproduzido total ou parcialmente respeitando sua origem e o nome do autor.
© Copyright 1999 - 2007 - Criolla - Valedoparaiba.com - Todos os direitos reservados - Segurança e Privacidade
Nossa Terra, Nossa Gente I Albúm de Família I Artigos I Banco de Dados I Biblioteca Virtual I Coisas da Terra I Documentos I Enciclopédia
Estudos I Galeria de Autores I Jornais Antigos I Museu I Poesias I Resenhas I Sala de Comunicação I Serviços
Click Ensino I CENEC I Sócio Ambiente I Patrimônio Cultural I Terceira Idade I Cinema no Vale I Juntos no Vale I Balcão de Anúncios
Busca Cep I Cidades da Região I Fale Conosco I Festas Populares I Geografia do Vale I Horóscopo I Imagens do Vale I Institucional
Links Interessantes I Nosso Litoral I Notícias Regionais I Receitas do Vale I Serviços e Produtos