O
exemplo piquetense
Você
sabe melhor do que ninguém, sábio
Kublai que jamais se deve confundir
uma cidade com o discurso que a descreve.
Ítalo Calvino - As cidades invisíveis.
O
discurso mais usado na cidade de Piquete
é o de que nela tudo já
acabou. Nas cinzas do passado o imaginário
tem constituído em fotos, depoimentos,
lamentações, ressentimentos
e elogiosas referências aos emblematizados
como fundadores de uma memória
que se repete contemplativa e imobilizada.
As cidades vale-paraibanas têm,
entre si, referências comuns de
origem e desenvolvimento. Vinculadas,
principalmente no setor paulista, ao
deslocamento dos bandeirantes, desbravadores
e mineradores, tiveram na produção
cafeeira, as marcas do desenvolvimento;
e, portanto, na conseqüente queda
dessa produção, o seu
problema. Marcadas pela estagnação,
algumas delas registram-se como decadentes,
enquanto outras, pela retomada do impulso
através do industrialismo, tornaram-se
polarizadoras e focos de prestígio
regional e inter-regional.
Piquete, cidade valeparaibana do sopé
da encosta Mantiqueira, guarda algumas
dessas marcas, individualizada pela
origem ligada a um registro de controle
de passagem, sob a administração
da Vila de Lorena e a produção
cafeeira, que semeou fazendas e um contingente
escravo, responsável por significativo
peso no elemento étnico e cultural.
Instalada como vila e emancipada na
sua trajetória de núcleo
populacional, recebeu do governo republicano
recém-instalado, a designação
para abrigar uma fábrica de pólvoras.
Na primeira década republicana
enquanto arduamente se discutiam questões
institucionais e se definiam rumos,
a produção da pólvora
era requerida como alicerce importante
pelas Forças Armadas, principalmente
o Exército. A idéia republicana
de progresso combinado com modernidade
e positivismo fizeram tornar realidade
o projeto acalentado pelo Ministério
da Guerra e o plano foi executado.
No caminho dessa história fundadora,
Piquete traçou seu destino imediato
e conjugou forças sociais na
construção de um ideário
de forte influência entre seus
habitantes. Dessa destinação
produziu-se um significado que a individualiza
na rede urbana do Vale do Paraíba,
e a torna símbolo de um episódio
histórico construído no
Brasil, como proposta de mudanças:
o republicanismo no conservadorismo
das elites.
Piquete - A comunicação
social como referente
Órgão
da Fundação Christiano
Rosa de Piquete, a publicação
mensal denominada, "O Estafeta",
completou 100 números publicados
no corrente ano 2005 - especificamente
no mês de maio. Nos números
publicados desse periódico, os
colaboradores revivem a memória
dos moradores, os eventos e os episódios
da história que deu nascimento
ao antigo bairro da Vila de Lorena,
(Bairro do Piquete, da 7ª Companhia
de Ordenanças), depois emancipado
como Vila Vieira do Piquete, a 15 de
junho de 1891, e abrigou a partir de
15 de março de 1909, a Fábrica
de Pólvora sem Fumaça,
depois denominada Fábrica Presidente
Vargas (1942). Daí, as histórias
de uma e outra passaram a ser ligadas
e representadas. No imaginário
construído pelos habitantes da
cidade, a Fabrica, assim designada e
reconhecida, é seu significante
e significado, como referente simbólico
e como significação ou
equivalente. Foi nessa condição
que a cidade se modelou e é nesse
modelo que se atém seus antigos
moradores em suas mais recorrentes rememorações.
Vários periódicos anteriores
tiveram sua referência na vida
da cidade e de seus habitantes com durações
de publicação mais extensas
ou menos duradouras, ligadas ao jogo
político e às possibilidades
em mantê-los ativos.
Atualmente, além do citado, outro
periódico circula sob a denominação
de Jornal Cidade Paisagem, de publicação
mensal como O Estafeta. Registra os
fatos da vida urbana e tem abertas as
suas colunas aos prováveis colaboradores.
Diferentemente de O Estafeta, publicação
fundamentada na memória do município,
como seu principal objeto, o Jornal
Cidade Paisagem - remete-se a uma proposta
crítica, à busca das questões
cuja solução poderia estar
pautada pelos anseios da população
nos interesses imediatos e no reconhecimento
dos problemas causados pela prática
política, dela derivados, ou
por ela encaminhados. Os editoriais
deste são a principal prova dessa
preocupação. Bem construídos,
eles são sempre, um convite ao
questionamento e à tomada de
posições. Este periódico
já conta com 14 anos de publicação
e através de farto material iconográfico,
enfatiza o presente mediado pelos textos
em foco. Referem atualidade com imagens
e textos.
Piquete - Uma cidade valeparaibana?
Entre
as áreas urbanas do Vale do Paraíba,
Piquete possui uma história própria,
fruto que é, como cidade, por
designação de 1915, da
organização bélico-militar
que lhe acompanha os passos, define
e qualifica.
Por razões estratégicas
quando da instalação da
Fábrica de Pólvoras esteve
protegida da exposição
aberta, e não referida na secção
valeparaibana a que se insere, por localização
geográfica e referência
de ocupação.
Mas, a continuidade do não referimento,
levou-nos, a nós, os habitantes
da cidade, a julgar como desprestígio,
esquecimento convencional ou exclusão.
Por suposto, o desígnio do sopé
da serra - seu sítio urbano -
fazia entender afastamento do núcleo
relativamente ao eixo principal da bacia
do rio Paraíba do Sul, e, portanto,
do conjunto histórico populacional
de origem. Entretanto, estudos mais
bem focalizados, com temática
e nível acadêmico, permitem
reconhecer como participantes da bacia
valeparaibana todas as bacias dos rios
formadores e tributários. Daí
hoje ser a citada bacia amplamente referenciada.
Além do reconhecimento da área
regionalmente considerada, principalmente
quando são colocadas em tela,
as questões de sustentabilidade
e preservação ambiental.
Definir geograficamente com apoio nas
pesquisas por GPS e sensoriamento remoto
permitem definir áreas com mais
exatidão além de localizar
e referenciar seus componentes precisamente.
De onde tornam-se possíveis as
revisões e análises de
impactos demonstradas na preocupação
de equacionar o encaminhamento de projetos.
Aspectos da comunicação
de massa e seus conteúdos
As
comunicações sociais de
massa em Piquete, se fazem por eventos
seja da Igreja seja de festas anuais
como as do Ciclo do Tropeirismo e do
Peão de Boiadeiro além
do Carnaval. Uma tentativa em retomar
manifestações folclóricas
está em curso principalmente
voltadas para as escolas públicas
e particulares.
Piquete carece de emissoras de rádio
de referência comercial, (já
as possuiu no passado), e a divulgação
por serviço de alto-falante visa
a propaganda dos serviços e eventos,
com alcance nas principais praças
e ruas e horário controlado de
funcionamento. Difunde músicas
dirigidas aos jovens e faz deles, seus
focos para consumo.
De população cujo crescimento
não avança muito, segundo
dados dos três últimos
recenseamentos, Piquete tem um elevado
contingente de composição
infanto-juvenil a requerer escolas e
trabalho. Este, mais difícil,
dado o município não contar
com instalações industriais
além da Fábrica Presidente
Vargas e uma de plásticos - a
Renaplast. Assim, quanto as instalações
industriais, numericamente está
em total desfavorecimento com sua vizinha
mais próxima, Lorena.
Entretanto, é a Fábrica
Presidente Vargas a que polariza a vida
da cidade, e é nela, que estão
depositadas as esperanças da
garantia de trabalho por muitos de seus
habitantes. Porém, dadas as circunstâncias
geopolíticas, tecnológicas
e de expansão moderna do capitalismo,
a Fábrica de Piquete foi perdendo
sua posição destacada
de núcleo industrial bélico,
e hoje, sob a direção
e manutenção pela IMBEL
- Indústria Brasileira de Material
Bélico -, tenta manter-se, e
garantir continuidade, por seus produtos
químicos associados à
pólvora e a dinamite.
Nos áureos tempos, a Fábrica
foi o principal foco de onde derivavam
todos os referentes da comunicação
social, quer pelas escolas que instalava
e mantinha, quer pelas diferentes instâncias
de atendimento sanitário e médico-hospitalar,
de moradia e de abastecimento, de promoção
de eventos ligados ao lazer e às
competições esportivas.
O período áureo esteve
entre os anos de 1945 e 1974, quando
um Departamento Educacional e Social
magnificava um modelo de qualidade inigualável
em território brasileiro e era
admirado mesmo além-fronteiras
nacionais. O orgulho da Fábrica
Presidente Vargas era o seu DAE - Departamento
de Assistência Educacional, que
em 1959, contava com 1465 alunos e cuja
criação fora estabelecida
estatutariamente pelo Boletim nº
88 de 18 de abril de 1945. Neste, se
oficializavam e se apontavam as diretrizes
segundo a designação de
Boletim do Departamento Educacional,
publicado em Suplemento de O Labor,
órgão do Pessoal da Fábrica
Presidente Vargas, em agosto de 1949.
Como órgão de comunicação
social entre os operários, funcionários
e a hierarquia militar, a publicação
denominada O Labor, exibia as notícias
enfatizadas pelos lados social, ocupacional
e educacional dos membros da atividade
fabril. Dava conta, por exemplo, que
a 1 de junho de 1948, eram registrados
como elementos da Assistência
Social: a Educativa, a Alimentar, a
Recreativa, a Hospitalar e a de Habitação.
Mas ao lado, na mesma página,
registrava reclamações
ao IPASE e ao IAPC, órgãos
pertencentes ao governo federal que
pretendiam, no Rio de Janeiro, atender,
(mal), as necessidades de seus filiados.
O que pode ser considerado como uma
expressão de liberdade de imprensa
num período de controle hierárquico
forte.
E essa liberdade era mesmo garantida
pelo seu brilhante diretor - Francisco
F. Leite, de tão boa memória
em nosso recanto valeparaibano Lorena-Piquete.
Mas o interessante desse órgão
de imprensa vinculado à Fábrica
Presidente Vargas e dirigido ao seu
pessoal, era a pluralidade de seus textos
- estes, sempre direcionados ao seu
público, e dele mesmo emanados.
De circulação quinzenal
O Labor teve seu período glorioso
enquanto durou o momento de apogeu da
Fábrica, principalmente emblematizado
pelo Departamento de Assistência
Social.
As escolas preenchiam um amplo leque
de escolhas, desde a pré-escola,
o primário, o ginasial, o agrícola,
o industrial, o artesanal masculino
e feminino, o comercial, o colégio
acadêmico: científico e
clássico e a escola normal. Contemplava
todos os segmentos do ensino básico,
fundamental e médio.
As bibliotecas, a rádio escolar,
os jornais mantidos nos diferentes níveis
com produções dos alunos,
os esportes, as manifestações
cívicas, os desfiles militares,
os eventos e as competições
tanto no nível acadêmico:
concursos literários, como nos
esportivos em várias modalidades,
davam vigor e animavam a comunicação
sócial entre os piquetenses.
Não menos importante foi o estabelecimento
da chamada Sociedade Beneficente do
Pessoal da Fábrica Presidente
Vargas, para socorrer e suplementar
os momentos difíceis.
Por sua vez, o Departamento Educacional,
da F.P.V. foi alvo de reconhecida admiração
pelo eminente educador, professor Lourenço
Filho, em visita em 1944, acompanhado
do Técnico de Administração
Escolar do Instituto Nacional de Estudos
Pedagógicos, o professor Álvaro
Neiva, que especificamente manifestou,
seu entusiasmo em carta aos dirigentes,
Tenente Coronel José Pompeu Monte
e Coronel Waldemar Brito de Aquino.
Motivos pelos quais até hoje
vibram emocionados os corações
engrandecidos pela referência
à obra educativa, tida como única
e exemplar.
O Labor noticiava todos esses acontecimentos,
e embora quisesse, por seus diretores,
garantir um espaço social democrático,
vinculava-se a uma hierarquia, atenta
à ordem no progresso e na modernidade
segundo os padrões da era Vargas.
A ideologia do processo estava sempre
visível.
O Estado Novo implantara suas raízes
moldadas no setor educacional pela Reforma
conduzida por Gustavo Capanema e o famoso
staff de notáveis que lhe davam
brilho. Entre eles, Carlos Drummond
de Andrade, Rodrigo de Mello Franco
de Andrade, Francisco Campos, Mário
de Andrade, Alceu Amoroso Lima, e outros,
cuja preocupação baseava-se
na concepção de que o
mundo moderno deveria ser definido como
aquele em que predomina a cultura de
massa, geratriz da mentalidade de massa,
pela difusão e ampliação
dos meios de comunicação.
Foi o que sustentou o princípio
da ditadura Vargas, pelo entendimento
de que um líder carismático,
(e Getúlio Vargas o era), deveria
ser o centro de integração
política e sustentáculo
de uma idéia totalitária.
E, portanto, não foi sem motivos,
que a Igreja se aliou a esse plano,
já que estava entre seus objetivos,
garantir a tradição cristã
e lutar contra o materialismo comunista.
Assim, Gustavo Capanema no Ministério
da Educação e Saúde,
(de 1934 a 1945), projetou-se por um
plano plenamente entendido pelas escolas
da Fábrica Presidente Vargas
como semeador de esperanças depositadas
em um desempenho de papel central firmado
na formação profissional,
moral e política, como membros
da população brasileira
e integrantes do Estado Nacional.
Afinal, estava-se justificando a substituição
de "uma república oligárquica",
por um Estado Nacional forte e voltado
para o progresso e o futuro. As paradas
cívico-militares como foram tão
valorizadas em Piquete nesse momento,
(décadas de 1940 e 1950), os
demonstrativos de estética e
força física do Dia da
Raça, (6 de setembro) no estádio
de futebol para a massa popular e os
apelos nativistas dos monumentos do
professor Antonio César Dória,
a pontuar pela cidade em homenagem à
Fábrica, com titãs, emblemas,
figurações, égides
e placas comemorativas e mais as bandas
marciais, e o canto orfeônico.
Tudo posto a orquestrar um tempo social
fortemente comunicativo. Lembrado até
hoje, como "idade de ouro"
do patrimônio da cidade, do seu
imaginário, e como prova testemunhal.
Dessa forma, sob os símbolos
dessa mitologia animada pelo mecenato
militar, Piquete constituía um
meio, o qual, pela Fábrica e
em nome da cultura nacional, deveriam
ser agregados os grupos para definir
uma identidade a ser reconhecida na
sociedade valeparaibana como progressiva,
nova, coesa e única. Portanto,
Piquete, com um sistema educacional
de qualidade, e como agente social de
reformas, representava um ideal a ser
mantido com entusiasmo. A par disso,
numa atenção aos setores
sociais, como garantidores do equilíbrio
e do apoio, sustentáculo insofismável
de uma vitoriosa ação.
Num país, cuja história
construída pelas ambigüidades,
era necessário, segundo o plano,
conter as liberdades democráticas
desentendidas por suas liberalidades,
em nome de um cimento coesivo autoritário.
A desagregação desse sistema
e de suas idéias geradoras não
se fez de imediato - razões as
mais diferenciadas faziam-na desagregar-se
aos poucos, ainda que atos violentos
registrados no país tenham intermediado
o processo a partir de meados da década
de 1960. Em Piquete, ficou a saudade
e a lamentação interminável
pelo modelo esgotado.
Piquete, vive do passado?
Hoje,
nos jornais da cidade as repercussões
desse fausto aparecem travestidos na
imagem criada no passado, e principalmente
no "O Estafeta", da Fundação
Christiano Rosa, no qual esta imagem
é um baluarte na rememoração
como lugar de honra, apostando num futuro
que, provavelmente a luta pelo ambientalismo
poderá compensar. A recorrência
da temática nos 100 números
publicados é patente representação
desse ponto de honra para os herdeiros
de uma época irrecuperada.
Não sem motivos igualmente, a
Fundação Christiano Rosa
como órgão catalizador
de aspirações sociais,
investe na memória através
de sua publicação mensal,
em exposições fotográficas
de arte e temáticas, e nos eventos
direcionados às representações
dos componentes do patrimônio
cultural imaterial. Entre esses, o "boi"
do Carnaval e o jongo, a ser revivenciado,
como símbolo de um bairro - a
Raia e por extensão, a Vila Eleotério,
na tradição de seus habitantes
negros e na memória da escravidão,
que nas fazendas de café do Vale,
traçaram um destino que nuançou
a pele dos habitantes e estigmatizou
uma herança cultuada apenas como
folclore.
A recorrência às imagens
fotográficas hoje amplamente
usadas em ambos os períodos -
O Estafeta e o Jornal Cidade Paisagem
contém o que no conceito de imagem
é representado pelo campo semântico
determinado por dois pólos opostos
como foram citados por Lúcia
Santaella e Winfried Nöth (Imagem:
coguição, semiótica,
mídia - São Paulo. Iluminuras,
1997). Esses dois pólos referem-se,
um à descrição
da imagem como tal (representação
icônica) e o outro, como "representação
mental simples, que na ausência
de estímulos visuais, pode ser
evocada" (op. cit. p. 36).
Dessa maneira o imaginário é
construído como fixação
de mentalidades para definir um projeto
de recorrente memória, entretanto,
imobilizada em suas ações,
essa memória ainda não
encontrou uma fórmula de reerguimento
do ideário para a construção
de um futuro. Nos dias atuais a Fábrica
Presidente Vargas, hoje pertencente
à IMBEL (Indústria Nacional
de Material Bélico) passa por
grandes dificuldades em se manter em
operação. Uma greve se
estendeu pelo mês de maio de 2005
e alguns movimentos políticos
têm sido organizados para reivindicar
seu funcionamento como principal e praticamente
único meio de garantir empregos
na cidade.
À busca de um futuro a cidade
de Piquete investe atualmente em projetos
de turismo e ambientalismo. Sua situação
privilegiada no sopé da Mantiqueira
com reservas preservadas de Mata Atlântica
- preservação particularmente
garantida pela Fábrica Presidente
Vargas e o Pico dos Marins, com 2.421
metros de altura, são seus principais
referentes para atrair esse turismo
ecológico. Vinculada à
projetos de preservação
a Fundação Christiano
Rosa desenvolve junto ao Comitê
da Bacia do Paraíba do Sul um
planejamento de estudo, conservação
e preservação da micro
bacia do Ribeirão Passa-Quatro,
cujas nascentes estão no Pico
dos Marins, projeto que foi potencializado
pela citada Fundação para
desenvolver a Educação
Ambiental e o Ecoturismo. Outro projeto
ao qual se vincula a Fundação
Christiano Rosa é o da preservação
das matas ciliares através de
um plano-piloto a ser implementado.
DÓLI DE CASTRO FERREIRA
Membro Efetivo do IEV
Pesquisadora da Fundação
Christiano Rosa
FONTES REFERENCIAIS
OS
PERIÓDICOS DE PIQUETE ATRAVÉS
DO SÉCULO XX E INÍCIOS
DO XXI
Antigos periódicos que circularam
em Piquete
1.
Sentinela - órgão do PRP
1926-1927
2. Piquete - jornal - 1927 até
a revolução de 1930
3. A Ordem e
4. O Monitor, em oposições
opostas, principalmente de cunho político-religioso
entre respectivamente católicos
e espiritualistas inspirados em Alan
Kardec - constituía publicação
quinzenal e manifestava-se em 1942-43
5. O Labor - de 1945 até 1970
- órgão informativo do
Pessoal da Fábrica Presidente
Vargas
6. Folha de Piquete 1948 até
final de 1949 - Órgão
dos Ex-Alunos do Departamento Educacional
da Fábrica Presidente Vargas.
1950 - não manifesta ocorrência
de período
7. O Regente 1958 - 1963
8. A Cidade 1959
9. A Folha Piquentese 1969-1972
10. A Folha de Piquete 1974-1986
11. O Jornal Cidade Paisagem - desde
15-11-1990
12. O Estafeta desde fevereiro de 1997